Divórcio

Divórcio

Então, você se ne que aquela alegria do início da relação não está legal, que acabou. Aquelas coisinhas que passava desapercebidas, se tornaram defeitos que parecem gravíssimos e o relacionamento está descendo a ladeira.
Uma conversa foi tentada, você leu livros que uma amiga ou amigo indicou, você deixou pra lá pra não arranjar briga, mas o que aconteceu mesmo é que aquela relação acabou e você quer por um basta na situação, quer retomar a vida, e diz: – tudo vai ser diferente!
Chega um momento que após muito pensar, você, de maneira adulta, decide. – Quero me separar!
Então, você e seu companheiro ou companheira, devem tomar juntos, diversas providências em busca da felicidade perdida e precisam compreender como esse enorme passo deve ser dado e como isso vai interferir em sua nova vida. Como dividirão os bens, a guarda dos filhos, as visitas, as pensões, as dívidas do casal
Muitas dúvidas surgirão e todas precisam de resposta imediata, conheça as formas de divórcio.
Divórcio amigável
Para poder se divorciar amigavelmente, você terá duas formas a escolher a melhor.
A primeira forma é o divórcio direto no cartório de Notas.
Para fazer uso desta modalidade, o casal deverá preencher alguns requisitos, ou seja:
·         a) estarem de comum acordo (amigável)
·         b) não terem filhos menores de idade.
No Cartório de Notas, será redigido uma escritura que ficará registrada nos livros com poder de Lei e o alcançará em todos os aspectos da sua vida civil.
A presença de um advogado é importante pois ele redigirá os termos do divórcio amigável, escrevendo sobre a partilha dos bens, a guarda dos filhos, as pensões, o uso do nome dos Divorciandos e tudo o que for necessário constar no termo.
É bom lembrar que embora o advogado tenha um papel muito importante, pois fará a redação e a adequação da vontade das partes perante a Lei, ele não poderá fazer nada que não seja do consenso das partes, ou seja, de maneira amigável entre os dois.
A segunda forma de divórcio amigável é aquela que somente poderá ser feita judicialmente, isso significa, que deverá ser feita no fórum na presença de um Juiz com o aval do Promotor de Justiça. Mas você pode se perguntar: – Mas não é amigável, porque precisa desta pompa?
Essa situação é exigida quando existem herdeiros menores de 18 anos de idade. Essa questão foi tomada para que a justiça assegure a tranquilidade e principalmente os direitos dos menores. O papel do Promotor de Justiça, será de supervisionar e garantir que nenhum direito do menor seja deixado de lado, daí a exigência da formalidade. – Isso é bom e foi a maneira que a Justiça encontrou para garantir os direitos do casal e seus filhos menores.
O Divórcio litigioso
Você já deve ter ouvido esta palavra: litigioso.
Para algumas pessoas é sinônimo de briga e na realidade ela o é.
Quando não há consenso entre as partes, ou seja, quando elas não entram em acordo quanto a qualquer questão que envolva o divórcio, isso pode ser: filhos, bens, pensões, a TV de plasma que foi presente de casamento e até com quem vai ficar o cãozinho da família, quando não há acordo entre as partes, as pessoas devem se socorrer da ajuda da justiça, que funcionará de mediador, conciliador e por último será soberana determinando por sentença.
O divórcio litigioso costuma ser árduo e por muitas vezes traumático, por isso a presença de um advogado especialista é muito importante para a resolução dessas questões.
Em todos os casos a presença do advogado será necessária a juntamente com o casal no cartório, para fazer o divórcio direto quando não há filhos menores de idade, nesse caso pode ser o mesmo advogado para os dois, ou, quer seja no divórcio litigioso, neste caso é comum cada um dos Divorciandos ter seu próprio advogado.
MAIS SOBRE O DIVÓRCIO
Seja qual a forma que se processar o divórcio, (judicial ou extrajudicial) em todos a presença de um advogado especialista é imprescindível, pois ele estará habilitado a orientar e esclarecer além da maneiro do divórcio, como também estará apto a orientá-los sobre os diversos assuntos, dentre eles: os Bens do casal, com quem ficam os filhos, o que é guarda compartilhada, cuidado com a alienação parental, pensão alimentícia dos filhos, a guarda dos filhos, o uso dos nome e etc.